Liturgia da Missa - Entrada parte (parte 2)

Olá meus amigos; Vimos anteriormente o sentido da Entrada na Missa. Vamos ver agora a Prática.

Algumas práticas em relação aos ritos iniciais costumam ter tantos desencontros e contradições,que a revista de liturgia diária "O Pão Nosso de cada dia" escreveu um artigo sobre o tema,que trancrevo a voces meus queridos irmãos em Cristo.:

" a) Inclinação para cruz:- Não se faz a inclinação para cruz colocada sobre ao lado do altar (como mandava o Missal  Tridentino),mas para o altar (como manda o Missal atual);

b) Genuflexão para o Santíssimo:- Não se deve fazer a genuflexão para o Santíssimo (nos ritos iniciais,é claro),se este estiver reservado em capela própria,mas somente se ele estiver em algum lugar do presbitério...sem,porém,omitir a inclinação para o altar.

c) Recitar a Antífona:- Nem o presidente da celebração nem a assembléia deveria recitar a 'Antífona';o comentarista,sim,poderia usá-la como ponto de partida para o comentario inicial (conf.Congregação para o Culto Divino;Missal norte americano,prólogo),sem nunca perder  de vista o mistério que se celebrada naquele dia,explicitado no Evangelho do dia. O melhor momento,aliáis,para se fazer o Comentario inicial é justamente antes do inicio da Missa,mais precisamente antes da Procissão de Entrada.

d) Omitir o Sinal da Cruz:- O Sinal da Cruz - que une palavra e ação e remete para o centro do mistério cristão,a morte do Senhor - não deve ser omitido,a menos que,num dia especial,o Missal prescreva outro gesto;

e) O Presidente dizer o Amém:- O Presidente da celebração diz as palavras do sinal-da-cruz até as palavras 'Espírito Santo',mas não diz o Amém;este amém é a resposta do povo, que ratifica aquilo que foi afirmado pelo Presidente.

f) Mudar a saudação inicial:- A saudação inicial, de origem bíblica- o Missal apresenta vária formulações - não deve ser substituida por outras, a menos que estas se inspirem efetivamente em modelos escriturísticos.

g) Enfatizar as falhas humanas:- No rito penitencial,não se deve por em relevo as falhas humanas, mas a misericórdia de Deus e a graça salvadora de Cristo;

h) Sinal-da-cruz tipo 'absolvição' no final do ato penitencial. Não se deve trçar o sinal da cruz sobre a assembléia no final do ato penitencial,como era previsto na segunda invocação com o qual terminava o Confiteor (Confesso...) no Missal Tridentino.

i) Mudar a forma de finalização da oração coleta:-Terminar a Oração Coleta com uma fórmula diferente da prevista no Missal- 'na unidade do Espírito Santo' - acaba por impedir o ' Amém' da Assembléia. A mudança é mínima,mas quebra um elemento essencial da oração litúrgica, que é a articulação entre a oração iniciada  pelo Presidente e concluída pela Assembléia".

A paz de Nosso Senhor esteja com todos voces.

sexta 05 fevereiro 2010 10:37



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